sábado

Van Gogh, Grant Wood, Diego Rivera e C. Coolidge



Cafe Terrace at Night

Uma peça do famoso pintor holandês Vincent van Gogh. A peça não está assinada por van Gogh, mas é mencionada por ele em várias de suas anotações. Actualmente encontra-se no Museu Kröller-Müller, em Otterlo, Países Baixos.



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American Gothic

Esta obra é do pintor americano Grant Wood. A peça foi pintada em 1930 e é uma pintura a óleo que mede 78  × 65.3 cm, e atualmente está no Instituto de arte de Chicago.

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O Carregador de Flores
Esta é uma obra do artista mexicano Diego Rivera, pintada em 1935 em masonite, uma espécie de placa de madeira, uma das formas mais comuns de pintura em superfícies duras. Considerado como o maior pintor mexicano do século XX, Rivera era conhecido por suas pinturas simples e cheias de cores vibrantes.
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Dogs Playing Poker
Encomendada pela Brown & Begelow Cigars, uma marca de charutos, a série Dogs Playing Poker foi pintada pelo artista americano C.M. Coolidge.
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domingo

La Gare Saint-Lazare - por Claude Monet



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Dois tontos a fazer perigar o mundo: como as democracias do Ocidente lidam com o regime concentracionário da Coreia do Norte

De boca em boca até à guerra final...

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Trump é o gestor de serviço de uma das maiores e menos imperfeitas democracias do mundo; Kim Jon un é o líder do maior regime concentracionário existente à face da terra, mas com a particularidade de exercer o seu doentio e perigoso poder através do culto da personalidade fazendo com que todos os cidadãos norte-coreanos sejam seus súbditos e se comportem perante ele com maiores níveis de obediência (e subjugação) do que no tempo das monarquias.

Temos, assim, dois países com escala, valores e dimensões distintos, embora tolhidos hoje com o mesmo perigo: a loucura da irresponsabilidade mitigada com o aventureirismo sem limites e doentio.

E é nesse contexto que o ditador Kim faz testes utilizando armas nucleares, as quais sobrevoam o espaço aéreo do Japão, e doutros países asiáticos que estão integrados na lógica de alianças defensiva do Ocidente e que, hoje, é manifesta e perigosamente desafiado pelo ditador da Coreia do Norte. 

A questão assume agora particular perigosidade atendendo à natureza da bomba H - utilizada pelo ditador, pois sabe-se do poder devastador da bomba de Hidrogénio (designação mais adaptada ao seu significado bomba termonuclear, é um tipo de armamento que consegue ser até 50 vezes mais forte do que qualquer bomba nuclear de fissão) link.

Com esta acção, o ditador prova ao mundo, e aos EUA em especial, duas coisas: (1) que a Coreia do Norte já tem a tecnologia necessária para manipular a energia nuclear e, por outro lado, (2) já consegue incorporar essa terrível tecnologia nos chamados Mísseis Balísticos Intercontinentais (ICBM), aqueles que atingem alvos (militares ou civis de longo alcance) e que, como tal, podem atingir cidades norte-americanas ou europeias. Daí do perigo ser efectivo e revestir-se dum impacto verdadeiramente global, planetário. 

Perante esta nova ameaça global, cujo perigo se adensa numa escalada progressiva, urge perguntar aos líderes mundiais, à ONU, aos principais decisores políticos regionais que medidas (e que sanções) podem, desde já, ser tomadas para refrear o poder do ditador norte-coreano? 
Pelo que se sabe, as sanções através da ONU pouca eficácia têm; o congelamento de bens no exterior não se aplica, já que o ditador não sai do seu "quintal", nem precisa de ir lavar dinheiro à Suiça para ser poderoso na sua região. A utilização de medidas militares, nesta fase e com aquela ditadura, podem ainda acender o efeito rastilho que as declarações daqueles dois irresponsáveis têm vindo a fomentar nos últimos meses. 
Ou seja, chegou-se a um nível em que ninguém quer ceder, e no plano diplomático isso denunciaria fraqueza e até cobardia, pelo que a tendência para a guerra (primeiro, regional, depois, logo se verá..) está eminente. 
A única saída que aqui vejo, ainda que comporte riscos sérios, é fazer com que a China assuma uma posição proeminente neste teatro, nos planos político, diplomático e militar (sempre em ligação estreita com os EUA) - e em consulta com a Coreia do Sul, Japão e demais potenciais regionais que podem ser afectadas pela loucura do ditador norte-coreano - e a que os EUA e todo o Ocidente - não têm as ferramentas adequadas para aplacar Kim Jong Un. 
Em rigor, esta questão urgente, que é de natureza política, militar e estratégica reveste-se também duma dimensão filosófica, e que consiste em saber como é que as democracias representativas e pluralistas do Ocidente europeu lidam com a ditadura mais concentracionária do mundo, sobretudo quando é a paz e a segurança internacionais que estão fortemente ameaçadas. 
Quanto à Rússia do Sr. Putin, importa dizer que tem revelado nesta questão, como noutras de impacto internacional, um deliberado cinismo e hipocrisia que apenas traduz a ideia de que nunca se pode contar com ele, pois Putin preocupa-se apenas é em anexar a Crimeia e em prevenir ataques terroristas apoiados pela Arábia Saudita em território russo. 

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quarta-feira

Marcia prepara Mobi e Lucio Battisti. Evocação de Al Berto

O trabalho liberta

Mas a música liberta plenamente, ou quAse.

Ficam todos.







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Este Não-Futuro que a Gente Vive

Será que nos resta muito depois disto tudo, destes dias assim, deste não-futuro que a gente vive? (...) Bom, tudo seria mais fácil se eu tivesse um curso, um motorista a conduzir o meu carro, e usasse gravatas sempre. Às vezes uso, mas é diferente usar uma gravata no pescoço e usá-la na cabeça. Tudo aconteceu a partir do momento em que eu perdi a noção dos valores. Todos os valores se me gastaram, mesmo à minha frente. O dinheiro gasta-se, o corpo gasta-se. A memória. (...) Não me atrai ser banqueiro, ter dinheiro. Há pessoas diferentes. Atrai-me o outro lado da vida, o outro lado do mar, alguma coisa perfeita, um dia que tenha uma manhã com muito orvalho, restos de geada… De resto, não tenho grandes projectos. Acho que o planeta está perdido e que, provavelmente, a hipótese de António José Saraiva está certa: é melhor que isto se estrague mais um bocadinho, para ver se as pessoas têm mais tempo para olhar para os outros. 

Al Berto, in "Entrevista à revista Ler (1989)" 

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Cavaco: o rancoroso e o fel em Castelo de Vide

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O ciúme e a inveja doentias relativamente a Marcelo e a raiva por ter saído pela porta baixa da política nacional - fez de cavaco o agente político mais ressabiado e rancoroso deste último século em portugal. 

Velho, feio, invejoso, egoísta.. Cavaco e o fel.

- ressabiado, rancoroso e vingativo. 

- No fundo, um tipo medíocre não muda. Morrerá como nasceu: mesquinho e saloio provando nunca estar à altura de Portugal e dos portugueses.

- O belo Alto Alentejo e os alentejanos não mereciam este apoucamento que só empobrece moralmente mais os portugueses. 

- Sucede, porém, que nem todos os alentejanos pensam assim, pois é para eles este cavaco de fim de ciclo, rancoroso e ressabiado por ver em Belém um actor político com o nível de Marcelo, ainda por cima do mesmo partido ou área ideológica e família política. 

- É demasiada inveja num homem só. 

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sábado

O País Relativo - por Alexandre O´Neill -





O PAÍS RELATIVO
 
 
País por conhecer, por escrever, por ler...
 
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País purista a prosear bonito,
a versejar tão chique e tão pudico,
enquanto a língua portuguesa se vai rindo,
galhofeira, comigo.
 
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País que me pede livros andejantes
com o dedo, hirto, a correr as estantes.
 
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País engravatado todo o ano
e a assoar-se na gravata por engano.
 
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País onde qualquer palerma diz,
a afastar do busílis o nariz:
-Não, não é para mim este país!
mas quem é que bàquestica sem lavar
o sovaco que lhe dá o ar?
 
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Entrecheiram-se, hostis, os mil narizes
que há neste país.
 
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País do cibinho mastigado
devagarinho.
 
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País amador do rapapé,
do meter butes e do parlapié,
que se espaneja, cobertas as miúdas,
e as desleixa quando já ventrudas.
 
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O incrível país da minha tia,
trémulo de bondade e de aletria.
 
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Moroso país da surda cólera,
de repente que se quer feliz.
 
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Já sabemos, país, que és um homenzinho...
 
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País tunante que diz que passa a vida
a meter entre parêntesis a cedilha.
 
                        *
 
A damisela passeia
no país da alcateia,
tão exterior a si mesma
que não é senão a fome
com que este país a come.
 
                        *
 
País do eufemismo, à morte dia a dia
pergunta mesureiro: - Como vai a vida?
 
                        *
 
País dos gigantones que passeiam
a importância e o papelão,
inaugurando esguichos no engonço
do gesto e do chavão.
 
E ainda há quem os ouça, quem os leia,
lhes agradeça a fontanária ideia!
 
                        *
 
Corre boleada, pelo azul,
a frota de nuvens do país.
 
                        *
 
País desconfiado a reolhar para cima
dum ombro que, com razão duvida.
 
                        *
 
Este país que viaja a meu lado,
vai transido mas transistorizado.
 
                        *
 
Nhurro país que nunca se desdiz.
 
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Cedilhado o cê, país, não te revejas
na cedilha, que a palavra urge.
 
                        *
 
Este país, enquanto se alivia,
manda-nos à mãe, à irmã, à tia,
a nós e à tirania,
sem perder tempo nem caligrafia.
 
                        *
 
Nesta mosquitomaquia
que é a vida,
ó país,
que parece comprida!
 
                        *
 
A Santa Paciência, país, a tua padroeira,

já perde a paciência à nossa cabeceira.
 
                        *
 
País pobrete e nada alegrete,
baú fechado com um aloquete,
que entre dois sudários não contém senão
a triste maçã do coração.
 
                        *
 
Que Santa Sulipanta nos conforte
na má vida, país, na boa morte!
 
                        *
 
País das troncas e delongas ao telefone
com mil cavilhas para cada nome.
 
                        *
 
De ramona, país, que de viagens
tens, tão contrafeito...
 
                        *
 
Embezerra, país, que bem mereces,
prepara, no mutismo, teus efes e teus erres.
 
                        *
 
Desaninhada a perdiz,
não a discutas, país!
Espirra-lhe a morte pra cima
com os dois canos do nariz!
 
                        *
 
Um país maluco de andorinhas
tesourando as nossas cabecinhas
de enfermiços meninos, roda-viva
em que entrássemos de corpo e alegria!
 
                        *
 
Estrela trepa trepa pelo vento fagueiro
e ao país que te espreita, vê lá se o vês inteiro.
 
Hexágono de papel que o meu pai pôs no ar,
já o passo a meu filho, cansado de o olhar...
 
                        *
                       
No sumapau seboso da terceira,
contigo viajei, ó país por lavar,
aturei-te o arroto, o pivete, a coceira,
a conversa pancrácia e o jeito alvar.
 
 
Senhor do meu nariz, franzi-te a sobrancelha;
entornado de sono, resvalaste para mim.
Mas também me ofereceste a cordial botelha,
empinada que foi, tal e qual clarim!
 
            (Feira Cabisbaixa – 1965)
 
 

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quinta-feira

Nas eleições de 1958, em Portugal...



... O velho "botas" também declarou ter ganho por maioria absurda. 

A Angola da família Dos santos, de que joão loureiro é o herdeiro político, também afinou pelo mesmo diapasão. 

No fundo, a escola política não diverge muito: afinal, qual é a diferença duma ditadura de direita (Salazar) para uma ditadura (marxista-leninista)?!

Pobres angolanos!!!


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Vergílio prepara - Delphonics na sombra fugidia do Verão - e Paul Randolph

Resultado de imagem para Parque do Moinho, restelo
Há o desejo, que não tem limite, e há o que se alcança, que o tem. A felicidade consiste em fazer coincidir os dois.





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Hey! Love
Hey love (hey love)
Turn your head around (turn your head around)
Take off that frown
Your in love
Wake up (wake up)
Open the door (open the door)
Don't cry no more
Your in love
You know we need each other
And you girl
Yes you should be lovin' me
Lets go on together
We'd be happy
So happy
Hey love (hey love)
Its a new day (its a new day)
No time to play
We're in love
Wake up (wake up)
In your own way (in your own way)
Than you might say
Your in love
Hey love
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Sir Paul Randolph - FicA.

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terça-feira

Árvores vestidas pelo homem - amorosas, coloridas e ternu...

... rentas - a contrastar com o mundo sacana que criámos e temos no dia-a-dia.


Foto de Rui Matos.

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quinta-feira

Meteorologia tem uma explicação para fogo de Pedrogão

Resultado de imagem para act of godNota prévia: Atendendo à forma como as viaturas se encontraram, carbonizadas, como se tivessem sido atingidas duma só vez (imobilizando-as), àquela geografia, e a esse Act of God excepcional parece plausível a explicação dada abaixo designada por downburst
- Veremos se os estudos complementares corroboram esta versão científica preliminar, e em caso afirmativo que meios passaremos a dispor para "prevenir" uma situação destas. Sendo certo que, quando a Natureza quer, e nunca se consegue identificar esse comportamento extremo da natureza com precisão, não há meio humano e/ou tecnológico que nos valha. E é assim em terra, no mar ou no ar. 
- Se não tivermos a humildade de compreender isto, então não compreendemos nada, mesmo para aqueles que entendem que a actual MAI tem tanto perfil para o desempenho daquele cargo como a troika pafiosa de Passos & Paulinho foram bons governantes. 

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domingo

Questões e respostas aos incêndios florestais


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Há questões para as quais parece inexistir respostas inequívocas:

- Como podem morrer carbonizadas meia centena de pessoas (ou mais!!!) em distintos pontos duma Estrada Nacional, no caso do Distrito de Leiria - como consequência do mesmo incêndio?

- O que manda fazer a legislação (Comunitária e Nacional) em casos similares, por forma a facilitar a evacuação das populações? e em matéria de prevenção a incêndios florestais? será que a distância entre as árvores está a ser respeitada? e a sua distância das estradas, é observada?

- Como se faz, se porventura existe, a coordenação de informação-meios e homens entre a Protecção Civil, Bombeiros, GNR e demais forças (militares e civis, incluindo a PJ) com competência a intervir no terreno em caso de incêndios.

- A resposta dos agentes políticos será a de que, seguramente, nada falhou. Foi a rameira da Mãe-Natureza que não respeita nada nem ninguém. 

- Prevenção e planos de contingência = ZERO. 

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Evocação de Jorge Luís Borges: o Céu e o Inferno

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O Inferno 1ª (parte da "Divina Comédia") de Dante Alighieri



Resultado de imagem para o inferno de DanteNota prévia: Inferno é a primeira parte da "Divina Comédia" de Dante Alighieri, seguida do Purgatório e do Paraíso
- A incursão de Dante, que parece ter tido reflexos no Distrito de Leiria provocando quase uma centena de vítimas mortais (lá chegaremos, infelizmente!!!), representa uma alegoria do conceito medieval de Inferno. 
- No nosso caso, e por algumas descrições de testemunhos de Pedrogão Grande, as vítimas parecem ter sido perseguidas por línguas de fogos vindas do céu, motorizadas por ventos fortes, e que fizeram arder as florestas junto às estradas nacionais, destruindo árvores que, como consequência, caíam sobre as estradas por onde circulavam viaturas cujas pessoas ficaram encurraladas e acabaram por sucumbir às chamas do inferno, morrendo carbonizadas. 

Eis um ciclo de sofrimento localizado em Pedrogão Grande e que são a imagem mais próxima do Inferno que todos desejaríamos que só fosse possível em guiões para filmes. 

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Vestíbulo do Inferno

"Vestíbulo do Inferno" ou "Ante-Inferno" é onde estão os mortos que não podem ir para o céu nem para o inferno. "O céu e inferno são estados onde uma escolha é permanentemente recompensada (de forma positiva ou negativa), deve também existir um estado onde a negação da escolha seja recompensada, uma vez que recusar a escolha é escolher a indecisão." O vestíbulo é a morada dos indecisos, covardes e que passaram a vida "em cima do muro". Eles nunca quiseram assumir compromissos, tomar decisões firmes, por acharem que assim perderiam a oportunidade de fazer alguma coisa. Os covardes são condenados a correr em filas atrás de uma bandeira que corre rapidamente, enquanto são continuamente torturados pelas picadas de vespas e moscões, enquanto vermes roem suas pernas.
Entre o vestíbulo e o primeiro círculo está o rio Aqueronte, o primeiro dos rios do inferno, onde Caronte trabalha com sua balsa transportando os mortos. Existem outras formas (como portos) de atravessar o Aqueronte, sendo Dante muito pesado para ir à barca de Caronte - pois que está vivo - é mandado para uma dessas "outras entradas". O Portal do Inferno e o Vestíbulo são descritos no Canto III. (...) 

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sexta-feira

Uma geringonça para o Reino Unido, sff


Em face da perda da maioria absoluta dos Conservadores, da incapacidade e inabilidade políticas de Theresa May, além da sua falta de convicções e visão para a Europa, talvez seja tempo de solicitar a Jeremy Corbyn, líder Trabalhista, de engendrar a sua própria geringonça. 



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terça-feira

Noruega lança nota de 200 coroas com a imagem de um bacalhau, forte "amigo" de Portugal


Nota prévia: Nós, por cá, só temos mais um ou dois ícones que poderiam ombrear com o "bacalhau" patente nas novas notas norueguesas: Marcelo ou o CR/7.

Sugira-se a ideia ao Banco de Portugal -  que até tem por lá um Governador (faz de conta) que, conhecendo inúmeras das fraudes praticadas por altos administradores do sistema bancário nacional, finge que navega à bolina.

Certamente, em mares percorridos por bacalhaus... 

Alguém está a ver Marcelo plasmado numa nota de 20 ou 50€, com aquele sorriso pepsodente que o caracteriza...

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Noruega lança nota de 200 coroas com a imagem de um bacalhau, forte "amigo" de Portugal (link)



Segundo o Conselho Norueguês da Pesca (Norge) é a primeira vez que as notas norueguesas não vão representar uma figura, centrando-se antes num tema comum: o mar.
Cada denominação da nova série de notas terá um motivo marítimo diferente, sendo o bacalhau a imagem escolhida para as notas de 200 coroas (cerca de 20 euros), evidenciando a sua importância para este país nórdico.
Para a campanha de lançamento da nova nota foi feito um animado filme onde o bacalhau é retratado como um bem valioso, com os pescadores a carregarem os peixes para uma carrinha de transporte de valores e estes a transformarem-se em notas já no banco, numa história em que entra o próprio Governador fo Banco da Noruega, Øystein Olsen.
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quinta-feira

Da gangrena no Brasil = TEMER



No Brasil o que é difícil é identificar um sector de actividade que não esteja exposto à CORRUPÇÃO.

- No universo político parece que, no Brasil, as acções de corrupção são a regra, não a excepção.

- Esta "bomba" não deixa de ser um grande alívio para Lula...

- Afinal, o que é a alegada oferta de um apartamento relacionado com esta bomba?!



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domingo

Evocação de Thomas Carlyle -


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Se Jesus Cristo chegasse hoje até nós, as pessoas nem pensariam em crucificá-lo. Iriam convidá-lo para jantar, ouvir o que ele tivesse a dizer, e zombariam dele..
Thomas Carlyle
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Os novos heróis


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Nos últimos anos Portugal e os portugueses sofreram na pele os desmandos da política, da economia e da finança, e, por isso, pagaram com uma brutalidade de impostos decisões erradas que aqueles agentes tomaram e que afectaram e degradaram as condições de vida de milhões de portugueses, muitos dos quais empobreceram e muitos outros foram forçados a emigrar - deixando milhares de famílias destroçadas. Esses portugueses não foram apenas obrigados a sair do país, o próprio poder politico de então, psd-cds (o governo troikista alinhado na dupla Pedro e Paulo portas) convidaram muitos portugueses a emigrarem para tratarem de vida. 

Desta relação dura e assimétrica entre eleitores e eleitos, muitos milhões de portugueses endureceram as suas posições face ao poder político e aumentou a descrença relativamente aos políticos que, quando não eram incompetentes eram corruptos e apenas se preocupavam com o seu bem estar, e o das suas clientelas partidárias, com manifesto prejuízo para os legítimos interesses dos cidadãos portugueses.

Desta relação dura resultou ainda uma outra evidência: é que os portugueses deixaram de rever-se na prestação dos agentes políticos e económicos, e passaram a transferir esse capital de simpatia e confiança para outros agentes que modelam hoje os destinos das sociedades contemporâneas. Para os futebolistas, para os músicos, para os chefes religiosos e outros agentes da mudança que formatam a cultura de massas pós-moderna.

Significa isto, talvez de forma um pouco simplista, que os portugueses deixaram de ter heróis, mas não perderam tempo em querer identificar uma outra categoria de heróis a fim de evitar essa orfandade em que milhões de portugueses caíram. Na prática, à falta de um "pai" protector e e guia dos seus filhos, os portugueses elegeram "pais temáticos", personagens modelo cujos atributos superam as limitações do português-médio - que precisa dum guia espiritual para emprestar sentido e racionalidade às suas vidas. 

Seja por via do futebol, da música ou da fé os portugueses não perderam tempo a manifestar e a exteriorizar as suas emoções junto daqueles nos quais passaram a rever-se: no plano das virtudes, das atitudes, das prestações, enfim, das práticas sociais diárias que fazem dos atletas, dos músicos ou dos condutores de homens através da religião - os novos verdadeiros agentes de excepção e da mudança. 

Finalmente, os portugueses compreenderam a urgência de que precisam de se transcender, mas não o conseguem fazer através dos gentes clássicos da mudança, classicamente centrados na esfera da política activa; aí, recorrem aos novos heróis que, pela fé, coragem, força, determinação e paciência acabam por superar-se. Nem que para isso tenham de se auto-sacrificar previamente para, no final, conhecer o momento da libertação.

Ontem, Sábado, foi, a muitos títulos, um desses dias tão excepcionais quanto iluminados, em que milhões de portugueses se libertaram mediante oss caminhos da fé, do desporto e da música. No fundo, o conforto de uns pode constituir o conforto de outros e, assim, todos ganham neste desafio diário que é a vida vivida dia-a-dia, hora-a-hora, minuto-a-minuto, até ao fim dos tempos, dos dias, das horas e dos minutos. 


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